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A Banda de Joseph Tourton Ao Vivo na Macacada

Terceiro show da noite do Festival Macacada, que aconteceu em Fevereiro de 2010 no Campus 2 da USP São Carlos promovido pelo MACACO (Movimento Artístico e Cultural do CAASO - Centro Acadêmico Armando de Salles Oliveira), A Banda de Joseph Tourton também é o terceiro bootleg que disponibilizamos nesta leva.
Na ocasião em sua primeira passagem por São Carlos, a banda ainda não tinha lançado seu primeiro álbum cheio. Agora, já contam também com passagem pelo 4º Festival Contato e um show na Cremosita, república lar dos meninos da Aeromoças e Tenistas Russas, que também esteve naquela noite e foi o primeiro bootleg desta leva ao lado da Jennifer Lo-Fi.
A banda recifense havia sido uma atração surpresa no Festival Macacada, não anunciada nos cartazes, já que havia surgido de última hora e pode encaixar a apresentação na ocasião, agraciando a todos com o belo instrumental.




A Banda de Joseph Tourton

Setlist
01. 16 Minutos; 02. Lembra o quê?; 03. O Triunfo de Salomão; 04. Provolone; 05. 100 metros; 06. Aquaplanagem; 07. #3;

Festival Macacada realizado no dia 26 de Fevereiro de 2010, no Campus 2 da USP-São Carlos, promovido pelo MACACO (Movimento Artístico e Cultural do CAASO - Centro Acadêmico Armando de Sales Oliveira). 

Capturado direto da mesa de som em dois canais pelo Programa Bluga (http://programabluga.blogspot.com/) e lançado como bootleg virtualmente no dia 31 de Janeiro de 2011.

Agradecimentos ao Julinho, responsável pela sonorização da noite que possibilitou a captura do áudio e a A Banda de Joseph Tourton (http://www.myspace.com/josephtourton) que cedeu as gravações para este bootleg. 

4º Festival Contato: Domingo!

Dando continuidade à maratona de shows do 4º Contato iniciada ainda no Sábado, 09 de Outubro na Praça Coronel Salles e antes ainda em outros espaços, o Domingo trazia algumas figuras já conhecidas na cidade. É o caso d’A Banda de Joseph Tourton, que havia tocado na Macacada no Campus 2 da USP São Carlos em fevereiro deste ano, e da Camarones Orquestra Guitarrística, que passou por São Carlos durante umas das Noites Fora do Eixo promovidas pelo Massa Coletiva. Ainda, outros grupos já bem conhecidos no cenário independente brasileiro pisariam pela primeira vez o solo sancarlense, como a Banda Gentileza, Lucy and The Popsonics e a dupla The Twelves.

A praça Coronel Salles, local do Praça de Diversões criado pelo Contato faria mais uma vez as honras de abrigar o cerne do festival, com suas tendas, palcos, feira e projeções, tal qual a última edição. O esquema de dois palcos visto na segunda edição novamente não se faz presente mais uma vez, talvez porque o tempo gasto entre as apresentações pela passagem de som não seja mais um problema, já que o intervalo é muito bem preenchido com curtas nos telões, além de intervenções na tenda ao lado, o Contato Eletrônico.

A Banda de Joseph Tourton abriria o dia em grande estilo, mas tocando para poucos ainda. Com Diogo Guedes (Guitarra), Gabriel Izidoro (Guitarra, Escaleta e Flauta Transversal), Rafael Gadelha (Baixo) e Pedro Bandeira (Bateria), os caras apresentavam um instrumental já conhecido, com a diferença que agora tem já lançado um álbum cheio com todo o repertório. Vindos de Recife, Pernambuco, com uma formação mais presente composta por instrumentos mais convencionais, as guitarras em certos momentos cedem lugar para a flauta transversal, escaleta e teclado, quebrando uma possível repetitividade que o próprio estilo poderia induzir. Assim, a banda passeia pelo rock convencional até chegar a um som mais experimental, apresentando-se bastante heterogênea e muito bem produzida. A diversidade das influências é óbvia, mas talvez falte um diálogo, uma mescla maior entre os estilos, ao invés do simples revezamento entre os ritmos. Não obstante, para mim a melhor banda do dia.

Setlist A Banda de Joseph Tourton
1. 16 Minutos; 2. Lembra o Quê?; 3. O Triunfo de Salomão; 4. 100 metros; 5. Provolone; 6. Aquaplanagem; 7. #3;


Pouco menos de uma hora depois, era hora da Banda Gentileza mostrar a que vieram. O sexteto curitibano consiste em Artur Lipori (Trompete, Guitarra, Baixo, Kazuo), Diego Perin (Baixo e Concertina), Diogo Fernandes (Bateria), Emílio Mercuri (Guitarra, Violão, Viola Caipira, Ukulele e Backing Vocals), Heitor Humberto (Vozes, Guitarra, Violino, Cavaquinho) e Tetê Fontoura (Sax e Teclados). Música agradável aos ouvidos e de fácil digestão, a banda marca o início do fim de tarde com muita empolgação e presença de palco, garantindo um tempo bom para o público presente, que a esta hora já se mostrava muito maior que no início do dia. As já tradicionais projeções do Contato faziam suas aparições, desta vez feita pelos oficineiros do Espaço Oficina. Com tantos instrumentos tão inusitados, logo notava-se que o som da banda aborda estilos tão inusitados quanto, com influências da música e instrumentos característicos do leste europeu, do samba, do jazz e inclusive de música caipira. Claro, a pluralidade de instrumentos e estilos não implica necessariamente em inovação. Talvez esteja errado, mas aposto que devem ser freqüentemente comparados à bandas como Los Hermanos e Móveis Coloniais de Acaju no seu Idem.


Setlist Banda Gentileza
1. O Indecifrável Mistério de Jorge Tadeu; 2. Sintonia; 3. Roça; 4. Valsa; 5. Coracion; 6.Quem; 7. 33B; 8. Passarinho; 9. Violino;

Segunda banda instrumental do Domingo, o Camarones Orquestra Guitarrística, nascida no estado do Rio Grande do Norte, é composta por Ana Moreno no baixo, Anderson Foca nos teclados, Xandi Rocha na bateria, Kaká “Johnny Ramone” na guitarra e Leo Martinez também na guitarra. Os caras retornaram a São Carlos com seu som agressivo, misturando rock com pitadas de estilos como o surf rock e o ska. Mas mais do que a técnica em si ou até mesmo o estilo do som, o que realmente faz a banda se destacar é a aparente diversão que os membros têm ao tocar – diversão esta que invariavelmente é repassada ao público. Com muita energia e presença de palco, vieram e fizeram o que se propuseram a fazer: um show marcado pela diversão.


Setlist Camarones Orquestra Guitarrística
1. Sweet Família Adams; 2. Em Apuros; 3. Cabron; 4. Pororoca; 5. Antonho, o Grande; 6.Drunk Driver; 7. Altas Aventuras; 8. A Trama; 9. Pra Inglês Ver; 10. Alabama Mama; 11. Pipa;

Eletropop, Eletropunk, Synth Pop, Indie? Confesso que esta área da música é um tanto obscura para mim, de modo que deixo para você ouvir Lucy and The Popsonics e escolher os rótulos que julgar adequado. De qualquer modo, acredito que possa ser resumida por “altas doses de fofura sintetizadas eletronicamente” ou algo do tipo. Os parceiros de Lucy, a bateria eletrônica sentimentalista, são Fer Popsonic no baixo e nos vocais, Pil Popsonic na guitarra e sintetizadores e Beto Cavani na bateria. Apesar de estarem se apresentando no palco como uma banda de rock, com as batidas eletrônicas altamente dançantes e toneladas de efeitos não me estranharia nada se ouvisse o som dos caras em algum outro ambiente, como em uma pista de dança. Apesar de ter gostado do show, acredito que teria sido mais aconselhável conferir o trabalho da banda em estúdio antes. A impressão que me deu é de que os samplers e sintetizadores ocupam uma posição secundária ao vivo, coisa que não acontece nas faixas presentes nos álbuns.


Setlist Lucy and The Popsonics
1. Eletronische Musik ( não lançado oficialmente ); 2. Eu Vou Casar Com um Cosmonauta; 3. Biff Bang Pop; 4. Eu Quero Ser Seu Tamagotchi; 5. Fred Astaire; 6.Multitarefa; 7. A Síndrome das Pernas Inquietas; 8. Refuse/Resist (Sepultura); 9. Popdoll Killer; 10. Por Que Você Não Morre?; 11. Garota Rock Inglês; 12. Coração Empacotado;

Fechava-se ainda este segundo dia do festival nas ruas com a apresentação do The Twelves, que passaria também no mesmo fim-de-semana prolongado pelo SWU Festival. Este era um bom exemplo a se tomar do hype em que está o duo de discotecagem formado por Luciano Oliveira e João Miguel. Com uma série de remixes lançados online, ganharam fama rapidamente nos últimos anos dando-se o direito de apresentar-se em pistas pela América do Norte, Europa e afins. Seu trabalho no palco, remixando músicas conhecidas do pop tornando-as mais catchy ainda, contudo, não consoava com o palco aberto proposto ali na Coronel Salles. Talvez pelo ambiente, que a este tipo de ação usualmente é o espaço das tendas, quando muito dos inferninhos, talvez pelo próprio público que no geral desconhecia a proposta e esperava demais da dupla de DJs. Fato é que não houve o apelo que deveria para uma atração que ainda propunha grande encerramento do dia.


Mas acabavam de fato as atividades do Contato naquele Domingo? O Saia para Dançar, festas integradas em vários bares da cidade, continuaria por toda a noite. Apenas pela Praça, que continuaria na Segunda-Feira.

Saiba mais sobre o Contato acessando a Cobertura Colaborativa do festival! E veja mais fotos do Contato no Picasa do Programa Bluga! Veja também textos sobre o  Sábado e a Segunda desta edição do festival. 

Cobertura: Festival Macacada no Campus 2



E para começar 2010 com o pé direito, temos enfim a primeira atividade cultural da USP São Carlos, situada no (ainda) tão subaproveitado Campus 2! Trata-se da Macacada, festival promovido pelo MACACO, juntamente com a SAAero (Secretaria Acadêmica de Engenharia Aeronáutica) e a SAPA (Secretaria Acadêmica Pró-Ambiental), para integrar as atividades da Semana de Recepção dos Calouros, inclusive figurando na Calourada Unificada com apoio do DCE Livre da USP Alexandre Vannucchi Leme, oferecendo aí algo um pouco diferente dos polêmicos eventos tradicionais.

Contudo, não só trazer o MACACO desde o primeiro momento do ano letivo da USP São Carlos era a intenção da Macacada. Um aspecto deste festival que deve ser salientado são as justificativas a escolha do local de sua realização, o Campus 2. Há várias ideias envoltas nesta proposta. Em uma primeira análise, faz-se justamente com que os estudantes conheçam melhor a área para onde ocorre a desenfreada expansão de vagas da USP de São Carlos, com os cursos novos ali instalados, como as Engenharias Aeronáutica, Ambiental e de Computação, além da Física Computacional e da novíssima Engenharia de Materiais. Apesar de já ter lá seus cinco anos de uso corrente, afora estes estudantes com aulas regularmente, os demais cursos desconhecem as condições dali, assim como a própria população da cidade, que apesar de conhecer seu nome, sequer sabe onde fica. Assim, fazer o uso do espaço por uma ação deste porte é também fazer seus problemas serem conhecidos de todos.

Outro aspecto interessante desta escolha está na tentativa de aproximação da população dos bairros próximos, buscando a integração entre estudantes e comunidade. Afinal, trata-se de um espaço público, embora a USP tente fechar suas portas ao mundo exterior a todo custo. Com atividades realizadas durante a tarde daquele 05 de Março à porta do Campus, fazia-se um convite à população. Infelizmente, o choque ainda é grande demais e houve pouca participação. Novas tentativas são necessárias, com contato mais direto e parceria conjunta com a comunidade.

Enfim, num espaço privilegiado destes, com gramado aconchegante e sem vizinhos por perto, há possibilidades infinitas para todo tipo de atividade. Não usá-lo seria, definitivamente, um pecado.

Agora, vamos falar de música?

Abrindo a noite, tivemos a já conhecida e da casa Aeromoças e Tenistas Russas. Aos que não conhecem, confesso que visualmente não são tão atraentes quanto o nome sugere, mas acabam compensando com a boa música. Não me arrisco a classificá-los em qualquer estilo, já que cada música carrega elementos distintos, passando pelo jazz, samba, pop rock e mesmo o eletrônico. Para pessoas como eu, que não conferiam um show dos caras há bastante tempo, agradáveis surpresas, como as músicass Insomne e Kirilenko, recém saídas do forno. Ecleticidade é sempre bom, mas com tanta variação de estilos, às vezes instrumental, às vezes cantado, a impressão que me passa é que estão passando por uma fase de transição, limando o estilo e se encontrando. Bom, esperamos que agora que estão caindo às graças do público, com produção renovada com camisas, discos e videoclipes (como esse aqui), não deixem de continuar tocando por aqui. Quando conquistarem fama internacional e uma legião de fãs no Japão, aí sim dá-se uma colher de chá. E vai lá o vídeo da música nova, Kirilenko, gravado direto na Macacada:


Depois de alguns minutinhos da sempre boa discotecagem do Independência ou Marte, sobe ao palco Jennifer Lo-Fi, vinda diretamente da metrópole. Como os caras nunca tocaram em São Carlos e nunca foram comentados aqui pelo no blog, vai lá uma introdução: Jennifer Lo-Fi é composta por Sabine Holler, Filipe "Miu", Caio Freitas, Luccas Villela e Gustavo Santos. Cortes de cabelo extravagantes, camisas listradas, dancinhas esquisitas: nota 10 no quesito indie.

Ao começo do show da J-LoFi, houve alguns problemas técnicos com o vocal, mas afora isso, a banda surpreende bastante. Também, com um bom vocal feminino e toneladas de efeitos aliados a bom gosto e criatividade não poderiam dar em coisa ruim. E no bom gosto, ficam claras as influências de bandas como The Mars Volta e Sonic Youth. Sempre tive muita vontade de ver esses caras ao vivo e, realmente, foi um belo show, apesar de me parecer que estavam se sentindo pouco à vontade no palco, sem entrar numa dinâmica boa com o público.

Mais um tempinho para curtir o vento gelado que aramava naquele dia em que quase choveu e partimos para um instrumental dos bons, vindo lá de Recife: A Banda de Joseph Tourton. Quem foi Joseph Tourton eu não sei exatamente, mas a banda que começou tocando numa rua que levava seu nome consiste dos nomes Diogo Guedes, na guitarra e efeitos, Gabriel Izidoro, na outra guitarra, escaleta, flauta e mil efeitos, Rafael Gadelha no baixo, e Pedro Bandeira, na bateria. À primeira ouvida, as primeiras relações que me vêm à mente são outras instrumentais, feito Hurtmold e mesmo Malditas Ovelhas!, esta já bem conhecida por cá. Claro, Joseph Tourton traz um inconfundível toque pernambucano a mais. Os caras também fazem bom uso de instrumentos menos convencionais como a flauta transversal e a escaleta, além de empregarem muito bem os recursos oferecidos pelos laptops que carregam a tira-colo durante o show. Muito bom saber que o rock experimental vem adquirindo representantes de peso no cenário alternativo brasileiro.

Bom, sobre o QISP, Quinto Impacto de São Paulo, acho que não tenho muitos comentários a fazer, já que o mundo do Hip-Hop é algo completamente desconhecido para mim. Limito-me a dizer que a aceitação do público foi muito boa, e acredito inclusive que muitas pessoas presentes estavam lá exclusivamente para ver o QISP. Vale comentar que, apesar de já conhecermos na mesma vibe os sancarlenses do Zero16, o QISP faz seu rap usando não só de discotecagem, mas com baixo, guitarra e bateria rolando no palco, o que é um atrativo a mais, além de três sujeitos no repente. Acho interessante e, obviamente, muito bom, o fato de que um festival com bandas de estilos tão variados tenha dado tão certo.

E para aumentar ainda mais a variedade de estilos, a noite se encerra com o bom MPB do Quizumba para acabar bem sancarlense, do jeito que começou. Ao contrário do que achei que aconteceria, com o último show já as duas e tantas da madrugada e apesar do frio, foi justamente o mais cheio, ao menos na concentração de público imediatamente a frente do palco. Há um público cativo da banda, que espera ansiosamente para vê-la. Encerrar com música brasileira realmente é uma boa pedida, naquele vocal gostoso e o instrumental bacana já conhecidos de outras paragens.

E assim a Macacada invade o Campus 2! Bom, esperemos que continuem por lá. Árvore é que não vai faltar.

E tem mais fotos aqui! E podem aguardar mais surpresinhas!!!

Ah sim, tem os setlists:


Aeromoças e Tenistas Russas
01. Saguis; 02. Bang Bang; 03. Insomne; 04. Mirela; 05. Instrumental 1456; 06. Solarística; 07. Kirilenko; 08. Sex Sugestion; 09. Samba!; 10. Jacques Villeneuve Experience; 11. Smonkey Skulls;

Jennifer Lo-Fi
01. Escafandro; 02. Instrumental; 03. Catarse; 04. Ataraxia; 05. Delírio Coletivo; 06. Coletivo Segundo; 07. Michael Caine; 08. Pedacabo;


A Banda de Joseph Tourton
01. 16 Minutos; 02. Lembra o quê?; 03. Salomão; 04. Provolone; 05. 100 m; 06. Aquaplanagem; 07. #03;

QISP
01. RG Manifesto; 02. Retrato Brasileiro; 03. Viagem com Consciência; 04. Medley Tim Maia (Azul da Cor do Mar/ Se Me Lembro Faz Doer); 05. Ataque Popular; 06. Nove Anos Atrás; 07. Olhar Acima de Nós; 08. Racionais MC´s (Fórmula Mágica da Paz); 09. Periferia da Paz;

Quizumba
01. Bola de Meia, Bola de Gude; 02. Ladeira da Preguiça; 03. Conta Outra; 04. Domingo no Parque; 05. Samba do Grande Amor; 06. E o Mundo Não se Acabou; 07. Lavadeira do Rio; 08. Anjo de Fogo; 09. Prece Cósmica; 10. Curto de Véu e Grinalda; 11. A Volta do Malandro; 12. Naquela Mesa; 13. Cara Valente; 14. Para Ver as Meninas; 15. Águas de Março; 16 Tive, Sim; 17. Pedro Pedreiro; 18. Dinheiro (Participação Especial-J.Gheto, do Zero16); 19. Santana; 20. Panis et Circenses; 21. Amor; 22. A Deusa dos Orixás; 23. Partido Alto; 24. Sem Compromisso; 25. Camisa Listrada; 26. Ave Maria no Morro; 27. Bandeira Branca;


Fotos por: Catita Alves (Aeromoças e Tenistas Russas), João A. Cassaro Júnior (Palco) e Vincent de Almeida (Jennifer LoFi, A Banda de Joseph Tourton, QISP e Quizumba).